quarta-feira, 20 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
A Lola que "lola-se"
A F-1 pode estar perto de ganhar novas/velhas equipes. Tem a virtual USGPE (antiga USF1), tem a Lola que fabrica carros de corridas e já se aventurou na F-1 em 97 por apenas uma corrida (GP da Austrália) e após não conseguir se classificar para corrida abandonou a F-1, isto é que é compromisso. A Super Aguri também quer voltar ao circo, porque falir uma vez se você pode falir duas?
Por outro lado a F-1 pode perder equipes importantes como Renault, BMW e sem contar na ameaça da Ferrari. Alem de correr o risco de ficar sem equipes que demonstraram ao contrário da Lola e da Aguri comprometimento com a F-1 como Red Bull, Toyota e também a pequena mas esforçada Toro Rosso que ao contrário da Aguri que amargava a última fila consegue sempre se embolar no meio do grid apesar das dificuldades.
domingo, 3 de maio de 2009
F-1 sem Ferrari.
Nesta conclusão, Paris pode sobreviver sem a Torre Eiffel, a copa do mundo de futebol seria bastante assistida sem Brasil, Alemanha, Argentina e Itália ao mesmo tempo...
Nem vou perguntar para vocês o que seria da F-1 sem a Ferrari e nem vou dizer minha opinião, seria uma pergunta boba e estaria aqui falando sem necessidade. Todos nós sabemos da importância da Ferrari para a F-1.
Deixo para vocês outra pergunta. A F-1 pode sobreviver por quantos anos mais aos mandos de Max Mosley e Bernie Ecclestone?
domingo, 22 de março de 2009
F-1 escapa por pouco...
Bernie Esclerose...opa... Bernie Ecclestone não desiste do tal sistema de medalhas e embora seja uma idéia rejeitada com louvor por público, pilotos e construtores, o mal velhinho resolveu usar sua influência para usufruir de uma democracia tirana na última reunião da FIA para aprovar o sistema de medalhas apenas rejuvenescido com Botox barato.
Saía as medalhas, porém continuava o mesmo espírito. Seria o campeão quem tivesse mais vitórias. Ou seja, como em uma Olimpíada onde se torna campeão quem obteve mais ouros (vitórias). No entanto uma Olimpíada justa ou não em seu formato, dura apenas algumas semanas, a F-1 é um campeonato de 9 meses. Estamos falando de automobilismo, esporte que se quer é reconhecido como esporte pelo comitê olímpico.
Para ser contra esta idéia não vou dar um exemplo do tipo “... E se alguém ganha as 7 primeiras corridas e não pontua o resto do campeonato...” isto parece um pouco como “... E se os marcianos invadirem a terra...”. Vou dar um exemplo mais realista. Se Robert Kubica tivesse sido mais regular na segunda metade da temporada passada e tivesse somado mais pontos do que todos devido as lambanças de Ferrari e McLaren em algumas provas (não vou separar erro de equipe e piloto), seria justo que ele perdesse o título por ter obtido apenas 1 vitória? Uma vitória de BMW foi menos honroso do que 6/5 vitórias de Ferrari ou de McLaren? Deixemos de lado a suposição, ele teve chances no título até a penúltima corrida, então é correto dizer que ele disputou o campeonato, mais do que todos esperavam, porém com esta regra de dar o título para quem tem mais vitórias teria tirado-lhe da disputa muito antes. Teria deixado o campeonato mais emocionante?
Geralmente na história da F-1 quem vence mais vezes normalmente marca mais pontos. Quase 100% das vezes vence mais corridas o piloto que pilota para a melhor equipe, então nas raras vezes em que o maior vencedor de GP´s perde o título é com merecimento. Veja o exemplo de Nelson Piquet, um dos maiores pilotos de todos os tempos. Piquet ganhou dois de seus três campeonatos sem ser o piloto que mais venceu corrida. Não tinha o melhor carro e vencer provas nem sempre era possível, no entanto andava no limite de seu equipamento e com regularidade e talento superou os pilotos da melhor equipe. Seus títulos de 1981 e 1983 não foram merecidos? Segundo Ecclestone não. Mas segundo fãs do esporte, Michael Schumacher, Alonso, Hamilton, Luca di Montezemolo e etc. deve consagrar-se campeão quem obteve mais pontos no fim do campeonato e eu vou de acordo com eles. Esta proposta de Ecclestone é uma tentativa de estupro contra a F-1.
A proposta da FOTA (Associação de equipes da F-1) era de valorizar a vitória aumentando a diferença do vencedor para o segundo colocado de 2 para 4 pontos, como já foi antes do Sr. Ecclestone e Sr. Mosley mudarem o sistema de pontuação.
Pois bem após mudar de forma dramática o campeonato a menos de duas semanas para seu início FIA teve que escutar os gritos de revolta dos pilotos, construtores e fãs que fizeram até uma petição na internet (eu assinei). A petição não faz tanta pressão porque é mal organizada. Gente escrevendo protesto em português, espanhol, polonês... Gente! O mundo fala Inglês e somente inglês, idioma materno é pra usar apenas no país de origem, no exterior “ninguém” fala isso, mas deixa prá lá!
A FOTA bem representada por Montezemolo (foto) colocou pressão e exigiu que a FIA revisse a decisão. O maior vencedor da história da F-1 (Michael Schumacher) não poupou críticas, além do atual campeão Lewis Hamilton que pela primeira vez deixou a política de lado e criticou uma decisão da entidade. Além de Fernando Alonso que se manifestou contrário, porém de forma mais branda.
Visto isso os representantes FIA (leia-se Ecclestone e Mosley) tiveram de enfiar o rabinho entre as pernas e anunciaram 4 dias depois que a medida seria suspensa e que o campeão de 2009 seria decidido pelo número de pontos, como sempre foi na F-1. O sistema de pontos continua 10-8-6-5-4-3-2-1.
Porém é apenas uma folga para nós contrários a esta medida, a FIA afirma que a medida entra em vigor em 2010. Vamos torcer para não! Cenas do próximo capítulo...
Deixem suas análises!
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Decadência?
Max Mosley considera indispensável cortar em até 80% os gastos da categoria máxima do automobilismo. Caso não se corte no mínimo 2 terços do que se gasta por ano, Mosley prevê o fim de algumas equipes e o descrédito para uma F1 com pouco carros no Grid.
O problema é onde e como cortar sem perder a pesquisa e os avanços tecnológicos que sempre fizeram da F1 uma categoria com algo a mais que as outras.
Então passo a bola para vocês. Que idéias ou sugestões vocês teriam para cortar bruscamente o custo da F1 sem que essa perdesse sua velocidade e tecnologia?
Deixem aqui suas análises e soluções para o problema!
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Todos no mesmo ronco...
Todos lembram que ano passado a Renault jogou a culpa de seu rendimento abaixo do esperado na saída dos pneus Michelin. Este ano a equipe joga a culpa no congelamento de motores e já ensaia uma rebelião junto com as outras equipes que também possuem um baixo rendimento a fim de rever a regra junto a FIA.
O congelamento de motores foi uma medida para cortas custos na F1. A regra prevê que as equipes devem permanecer sem alterar as mecânicas de seus motores até 2011, as melhorias não mecânicas são permitidas e nisso Ferrari, McLaren(por conta da Mercedes-Benz) e BMW têm levado vantagem por possuírem uma “infra-estrutura maior” (vai um pouco pela competência mesmo), e por estarem avançadas nos estudos que permitem melhorar seus motores dentro do regulamento (Flávio Briatore levantou a denuncia de que algumas equipes à sua frente estariam burlando as regras).
Após a vitória de Sebastian Vettel em Monza a Red Bull acredita que a culpa seja do regulamento que prejudica os motores Renault. Acho puro choro, se fosse só o motor porque enquanto Vettel ganhou os pilotos da Ferrari foram 6º e 9º. Alem disso a Force India com motor Ferrari é a pior equipe do grid. F1 não é só motor, é equipe de engenheiros, pilotos, projetistas, e a Toro Rosso superou no conjunto e não no motor!
Enfim, pressionado pelas equipes e com muitas temendo estar ainda mais abaixo das três primeiras colocadas deste ano, Max Mosley (chefe da F1 que gosta de levar uns tapinhas) parece que achou a solução mais viável, criar um motor em comum para a F1, alem de suspensão, pneus (já são os mesmos pra todos) e marchas. Assim as diferenças entre as equipes ficariam mais no braço do piloto e na capacidade de sua equipe técnica (engenheiros, mecânicos, projetistas...).
Difícil mesmo vai ser convencer a Ferrari e a McLaren de aceitar, mas bem que seria interessante ver as equipes “quase” iguais!




