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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Falta de respeito!


Estive ontem lendo alguns sites e blogs para me informar o que se passou durante o tempo que estive internado e o que vi até agora é uma grande falta de respeito daqueles que chefiam a F-1 para com o público.

A princípio eram interesses distintos que virou guerra de poder e que agora beira a infantilidade.

Igual o que aconteça já ficou provado que este esporte só possui valor para nós espectadores que no fundo não temos a mínima importância para seus organizadores.

Como a Priscila me disse num post abaixo, a moto GP (e outras categorias também) vêem sendo mais emocionantes que a F-1, que vive unicamente de um passado glorioso, pois o presente é caótico e o futuro temeroso.

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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Inscrições abertas para a nova F-1. Inscreva-se você também!!!


Max Mosley (que já encarnou Adolf...) resolveu dar uma de Karl Max e socializar a F-1. É proibido gastar, tipo assim, "o dinheiro é seu mas a regra é minha". Ditatorial, assim como qualquer governo socialista e assim como foi o regime nazista que mexe com a fantasia do presidente da FIA.

Sete equipes de 10 não querem o teto, mas o Mosley quer, dá licensa?

Deixa a Ferrari sair, que falta faz esse Fiat pintado de vermelho?

Fernando Alonso? Felipe Massa? Lewis Hamilton? Kimi Räikkönen? Quem são esses? Vamos fazer uma F-1 com Pantano, Sato, David e quem sabe a gente não pergunta se o Mosley não quer pilotar também. Imagina que chic, Max Mosley campeão mundial de F-1 pela "Sado-Racing". Quando ganhar ele pode até criar um símbolo que vai deixar a bandeira que Senna carregava no chinelo. Ele pode tirar um chicote do carro e chicotear os mecânicoa ao fim da corrida para comemorar.

Os horários dos GPs podem ser de acordo com o gosto de Ecclestone. Quem vai assistir essa nova F-1 mesmo?

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sexta-feira, 15 de maio de 2009

A Lola que "lola-se"


O belo teto orçamentário estipulado pela FIA, idéia de Max Mosley que além de um chicote tem também uma mente “brilhante”, levantou o interesse de muita gente “séria” – inclusive estou pensando em inscrever uma equipe pro ano que vem... AF1 GP, como pilotos Cacá Bueno (propaganda gratuita na Globo) e Danica Patrik trazendo o patrocínio de muitas marcas de lingerie – voltando de forma séria ao assunto, se é que este pode ser levado à sério, existem várias equipes ou projetos interessados na nova Jurassic F-1. Porque com um teto de 40 milhões de libras o retrocesso será grande.

A F-1 pode estar perto de ganhar novas/velhas equipes. Tem a virtual USGPE (antiga USF1), tem a Lola que fabrica carros de corridas e já se aventurou na F-1 em 97 por apenas uma corrida (GP da Austrália) e após não conseguir se classificar para corrida abandonou a F-1, isto é que é compromisso. A Super Aguri também quer voltar ao circo, porque falir uma vez se você pode falir duas?

Por outro lado a F-1 pode perder equipes importantes como Renault, BMW e sem contar na ameaça da Ferrari. Alem de correr o risco de ficar sem equipes que demonstraram ao contrário da Lola e da Aguri comprometimento com a F-1 como Red Bull, Toyota e também a pequena mas esforçada Toro Rosso que ao contrário da Aguri que amargava a última fila consegue sempre se embolar no meio do grid apesar das dificuldades.
Espero que essas loucuras de Mosley e Ecclestone acabem antes que a F-1 acabe.
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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Não adiantou chorar...

A FIA deu um ponto final na patética história dos difusores. No fundo era apenas uma tentativa dos grandes times de “arrebentarem a corda no lado mais fraco”. Os tais difusores com toda certeza não são milagrosos, vide que a Red Bull que não possui a tal peça na polêmica versão anda na frente da Williams que o possui.


O fato é que se trocar os difusores desse automaticamente 0,5 segundo por volta, as outras equipes em vez de protestar haveriam apenas copiado (como acredito que já fizeram). Com toda certeza, afirmo que eles já testaram como seriam seus carros com os tais difusores no túnel de vento, porém o desempenho da Brawn GP e da Toyota se deve a todo o desenho do carro, ao projeto em um todo e não apenas à uma peça, por isso o desespero da Ferrari e Renault no tribunal pois para utilizar o mesmo difusor da Brawn GP vão ter de começar o carro quase do zero.

O fato é que depois que a Ferrari saiu dos comandos do trio Schumacher - Brawn - Todt e caiu nas mãos dos italianos ela trabalha duramente para reviver a era Berger/Alesi.

E para reforçar o que disse sobre as equipes já terem testado seus carros com os mesmos difusores que até ontem consideravam ilegal, espera pra ver alguns times já usando na China ou em Barcelona. Difusor não se constrói e adapta ao carro de corrida em uma semana...
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domingo, 22 de março de 2009

F-1 escapa por pouco...

Bernie Esclerose...opa... Bernie Ecclestone não desiste do tal sistema de medalhas e embora seja uma idéia rejeitada com louvor por público, pilotos e construtores, o mal velhinho resolveu usar sua influência para usufruir de uma democracia tirana na última reunião da FIA para aprovar o sistema de medalhas apenas rejuvenescido com Botox barato.

Saía as medalhas, porém continuava o mesmo espírito. Seria o campeão quem tivesse mais vitórias. Ou seja, como em uma Olimpíada onde se torna campeão quem obteve mais ouros (vitórias). No entanto uma Olimpíada justa ou não em seu formato, dura apenas algumas semanas, a F-1 é um campeonato de 9 meses. Estamos falando de automobilismo, esporte que se quer é reconhecido como esporte pelo comitê olímpico.

Para ser contra esta idéia não vou dar um exemplo do tipo “... E se alguém ganha as 7 primeiras corridas e não pontua o resto do campeonato...” isto parece um pouco como “... E se os marcianos invadirem a terra...”. Vou dar um exemplo mais realista. Se Robert Kubica tivesse sido mais regular na segunda metade da temporada passada e tivesse somado mais pontos do que todos devido as lambanças de Ferrari e McLaren em algumas provas (não vou separar erro de equipe e piloto), seria justo que ele perdesse o título por ter obtido apenas 1 vitória? Uma vitória de BMW foi menos honroso do que 6/5 vitórias de Ferrari ou de McLaren? Deixemos de lado a suposição, ele teve chances no título até a penúltima corrida, então é correto dizer que ele disputou o campeonato, mais do que todos esperavam, porém com esta regra de dar o título para quem tem mais vitórias teria tirado-lhe da disputa muito antes. Teria deixado o campeonato mais emocionante?

Geralmente na história da F-1 quem vence mais vezes normalmente marca mais pontos. Quase 100% das vezes vence mais corridas o piloto que pilota para a melhor equipe, então nas raras vezes em que o maior vencedor de GP´s perde o título é com merecimento. Veja o exemplo de Nelson Piquet, um dos maiores pilotos de todos os tempos. Piquet ganhou dois de seus três campeonatos sem ser o piloto que mais venceu corrida. Não tinha o melhor carro e vencer provas nem sempre era possível, no entanto andava no limite de seu equipamento e com regularidade e talento superou os pilotos da melhor equipe. Seus títulos de 1981 e 1983 não foram merecidos? Segundo Ecclestone não. Mas segundo fãs do esporte, Michael Schumacher, Alonso, Hamilton, Luca di Montezemolo e etc. deve consagrar-se campeão quem obteve mais pontos no fim do campeonato e eu vou de acordo com eles. Esta proposta de Ecclestone é uma tentativa de estupro contra a F-1.

A proposta da FOTA (Associação de equipes da F-1) era de valorizar a vitória aumentando a diferença do vencedor para o segundo colocado de 2 para 4 pontos, como já foi antes do Sr. Ecclestone e Sr. Mosley mudarem o sistema de pontuação.

Pois bem após mudar de forma dramática o campeonato a menos de duas semanas para seu início FIA teve que escutar os gritos de revolta dos pilotos, construtores e fãs que fizeram até uma petição na internet (eu assinei). A petição não faz tanta pressão porque é mal organizada. Gente escrevendo protesto em português, espanhol, polonês... Gente! O mundo fala Inglês e somente inglês, idioma materno é pra usar apenas no país de origem, no exterior “ninguém” fala isso, mas deixa prá lá!

A FOTA bem representada por Montezemolo (foto) colocou pressão e exigiu que a FIA revisse a decisão. O maior vencedor da história da F-1 (Michael Schumacher) não poupou críticas, além do atual campeão Lewis Hamilton que pela primeira vez deixou a política de lado e criticou uma decisão da entidade. Além de Fernando Alonso que se manifestou contrário, porém de forma mais branda.

Visto isso os representantes FIA (leia-se Ecclestone e Mosley) tiveram de enfiar o rabinho entre as pernas e anunciaram 4 dias depois que a medida seria suspensa e que o campeão de 2009 seria decidido pelo número de pontos, como sempre foi na F-1. O sistema de pontos continua 10-8-6-5-4-3-2-1.
Porém é apenas uma folga para nós contrários a esta medida, a FIA afirma que a medida entra em vigor em 2010. Vamos torcer para não! Cenas do próximo capítulo...

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